terça-feira, 29 de julho de 2014

Globo Rural 04 09 2011 parte final - Biodigestor.flv


Biodigestores Transformação de dejetos de criação de porco e gado em renda

Fotos do Biodigestor

Foto do Biodigestor


Produção de gases, enchendo o balão
 

 

Montagem do biodigestor na escola

Foram utilizados restos de comida do refeitório e água.






Pesquisa realizada na biblioteca da Escola Hercílio Deeke





 

BIODIGESTOR

O biodigestor é um equipamento usado para o processamento de matérias orgânicas, como por exemplo: fezes e urina, entranhas de animais descartados em frigoríficos e sobras vegetais da produção agrícola.
 
Um biodigestor é como um reator químico em que as reações químicas tem origem biológica, ou seja, são feitas por bactérias e Archaeas que digerem matéria orgânica em condições anaeróbicas, isto é, em ausência de oxigênio.
O biodigestor anaeróbico produz dois produtos:
  • Biogás: é uma mistura de gases, com 75% metano e 25% gás carbono;
  • Fertilizantes: melhores que os fertilizantes químicos, muitas vezes misturados à água e, portanto em forma líquida, mas em alguns processos também sólidos.
 

O biogás pode ser transformado em energia.

Durante o processo, a matéria orgânica, contida no esgoto é digerida pelas bactérias que atuam na falta de oxigênio (por isso é chamada anaeróbica). Essa digestão realizada pelas bactérias produz o biogás, que pode ser transformado em energia.
As condições ideais para as bactérias anaeróbicas existentes no biodigestor são: inexistência de ar, temperatura adequada entre 15 graus e 45 graus centígrados, nutrientes e teor de água, de 90% à 95% de umidade em relação ao peso.
 

O pum da vaca aumenta o efeito estufa.

Durante a digestão, bois e vacas produzem muito metano, um gás que contribui com 23% do efeito estufa. É 21 vezes mais ativo que o gás carbono na retenção dos raios solares, que aquecem o globo.
No Brasil, os rebanhos de bovino e outros ruminantes são responsáveis por 90% do metano gerado no país. No mundo, esse índice cai para 28%.
 
 
Pesquisa realizada pelos alunos do 7O ano 1: Alice Santos Zanin, Ana Paula Cardoso, Gabriela Farias de Melo, Gabriela Fonseca dos Santos, João Vitor Rosa, Mariana Camila Pereira, Sabrina Suelen da Costa, Soraia Aline Pereira dos Santos e Talita Silverio da Silva.
 

sábado, 5 de outubro de 2013

Palestra realizada no dia 26 de setembro na FURB.



Foi realizada no dia 26 de setembro, no auditório do Campus 2 da FURB, a palestra sobre "Clube de Ciências na Educação Básica", ministrada pela Profa. Dra. Marciah Carletto, da Universidade Federal do Paraná. Esta palestra é parte integrante da Mostra de Pesquisa do Projeto Enerbio. Abriu o evento a Vice-Reitora da FURB a Profa. Ms. Griseldes Fredel Boss. Prestigiaram o acontecimento o Diretor Renato Tottene e a Profa. Ana Luebke da EEB Hercílio Deeke.

segunda-feira, 29 de abril de 2013









No dia 25/04/13 fizemos uma apresentação para as crianças de 2ª a 4ª séries do período vespertino da escola Hercílio Deeke , do slide do Pingo, e o vídeo Ecoboy, com a expectativa de que desde pequenos eles se conscientizem, e nos ajudem a cuidar do meio ambiente... Foi uma experiencia muito boa, as crianças adoraram, e temos certeza de que esses pequenos gestos nos trarão bons frutos...

terça-feira, 26 de março de 2013


Dia internacional da água!


A ONU (Organização das Nações Unidas) criou o Dia Mundial da Água, em 22 de março de 1992, para promover discussões acerca da consciência do homem em relação a tal bem natural.

A ONU elaborou um documento com medidas cautelosas a favor desse bem natural, trazendo também informações para garantir a cultura de preservação ambiental e a consciência ecológica em relação à água.
dentre as principais abordagens estão:

- Que devemos ser responsáveis com a economia de água, pois essa é condição essencial de vida;
- Que ela é um patrimônio mundial e que todos nós somos responsáveis pela sua conservação;
- Que a água potável deve ser utilizada com economia, pois os recursos de tratamento são ainda lentos e escassos; - Que o equilíbrio do planeta depende da conservação dos rios, mares e oceanos, bem como dos ciclos naturais da água; - Que devemos ser responsáveis com as gerações futuras; - Que precisamos utilizá-la tendo consciência de que não devemos poluí-la ou envenená-la; - Que o homem deve ser solidário, evitando o seu desperdício e lutando pelo seu equilíbrio na natureza.



Com esse documento, a Organização das Nações Unidas tornou obrigatório que todos as pessoas sejam responsáveis pela qualidade da água, bem como pela sua manutenção, tendo, assim, formas de garantir a melhoria de vida no planeta.

 Economize água,  e valorize nosso planeta!









*Pequisa: Site Brasil Escola....

quinta-feira, 14 de março de 2013

Mostra Cultural






No mês de novembro de 2012 foi realizada a Mostra Cultural HD. Contamos com a presença do professor Paulo, do curso de Engenharia Elétrica da FURB, prestigiando o evento.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

Como acontece a transformação do óleo de cozinha usado em biodiesel

 

Balanço estequiométrico

Reagentes: 
  • óleo  (massa molecular do óleo: 802 g/mol) 
  • 3 moléculas de metanol (massa molecular: 96 g/mol) 
 Produtos:
  • biodiesel
  • glicerol

Estrutura molecular do metanol: CH3 - OH
4 x 1 g/mol H
1 x 12 g/mol C
1 x 16 g/mol O

Tem-se: 32 x 3 = 96 g/mol

Foram utilizadas 1500 g de óleo de cozinha usado. Quantas gramas de metanol deverão ser adicionados a esse óleo?

 802 g/mol - 96 g/mol =>  x =  179,55 g de metanol
1500 g      -        x

Mas o metanol dever ser usado em excesso para que não haja a reversibilidade, ou seja, o biodiesel ser transformado novamente em óleo, portanto deve-se triplicar ou quadruplicar a massa do metanol. Então tem-se: 4 x 179,55 = 718,20 g.

Será misturado ao metanol o hidróxido de potássio (KOH), sendo que, a massa desse catalisador deverá ser igual a 1% da massa de óleo de cozinha utilizado no experimento.

0,01 x 1500 g = 15 g. de hidróxido de potássio


Métodos:

  1. Pesar o óleo (1500 g)
  2. Pesar o metanol (718,20 g)
  3. Pesar o hidróxido de potássio (15 g)  
  4. Inserir o óleo no reator 
  5. Aquecer o óleo até a temperatura da reação, em torno e 60 graus Celcius 
  6. Inserir o metanol no béquer (esse procedimento dev ser feito na capela comluvas, óculos e mácara devido à toxidade do produto)
  7.  Aquecer o metanol, com agitação, controlando a temperatura de reação (60 graus Celcius)
  8. Inserir o hidróxido de potássio no metanol aquecido e esperar até a sua diluição
  9. Colocar a mistura do metanol no reator com o óleo previamente aquecido
  10. Controlar o tempo da reação, em torno de 45 a 60 minutos
  11. Recuperar o metanol em excesso. Temperatura de ebulição do metanol é em torno de 65 graus Celsius. Aumentar a temperatura do termostato para 85 graus Celsius e com a vaporização recupera-se o metanol em excesso.

    Massa do metanol em excesso = 718,20 g - 179,55 g = 538,70 g

  12. Transferir a mistura remanescente para um funil de decantação
  13. Pesar a massa do biodiesel, a massa do metanol e a massa do glicerol (corresponde a 105 do volume total)

    % de conversão = massa do biodiesel/massa de óleo

  14. Conversão: determinar o teor de ésteres